Capítulo 11. O narrador possível conclui: “Melancolia de Subúrbios Mentais…”
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Admitido que os sons não são cacofônicos, travam-se em uma luta por perversos prazeres as sutilezas paradoxais. Declaram-se como objetos de vício de natureza contemplativa, essencialmente subjetiva. Veja bem, individual! Não assumem sua essência e sobre sua pele resplandece soberano o véu da aparência. Soterram-se no subsolo das sensações que tem como algoz a cognição inviabilizadora.
Logo, meus caros, a tolerância sobre imperfeições é uma faculdade moral que lhes corrói o viço da percepção. E a melancolia torna-se algo onipresente na medida que se vive pelas beiras…
(do conto Inefável Solilóquio – Juliana dos S. de A. Sampaio)
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